Conceito do Estudo Bíblico:
Este estudo destaca a importância das Escrituras Sagradas como fundação e guia para a fé cristã.
Cada pergunta aborda aspectos cruciais, desde a origem divina até a aplicação prática na vida dos crentes, enfatizando a inspiração divina, a condução do Espírito Santo e a profecia cumprida.
Destaca-se a centralidade de Cristo nas Escrituras e sua relevância contínua. O estudo culmina na certeza de que a Palavra de Deus permanecerá inabalável, mesmo quando o céu e a terra passarem.
A leitura das Escrituras é essencial para o crescimento espiritual e a compreensão do plano de salvação, a compreensão de Deus e o lugar do homem nesse contexto.
A Palavra de Deus protege os corações fiéis, impedindo que tropecem nas armadilhas do mundo e nos resquícios enganadores do pecado. Inspirada por Deus, ela fala em uma linguagem compreensível, utilizando os dons concedidos à humanidade. Esses acontecimentos são histórias da salvação operada por Deus.
A Palavra de Deus é a bússola do conhecimento de Deus e guia para que o homem busque e cumpra Sua vontade. Ela sustenta a vida da Igreja, sendo a firmeza da fé, o alimento e a fonte de vida espiritual. Em Cristo, encontramos o cerne, a razão e o sentido das Sagradas Escrituras, tornando o estudo uma forma de conhecer a Cristo.
( Este estudo destaca o quanto a Bíblia é importante para a fé cristã. Cada pergunta fala sobre coisas essenciais, como de onde veio a Bíblia e como podemos aplicá-la em nossas vidas. Mostra que Cristo é crucial nas Escrituras e sempre relevante. O estudo termina com a certeza de que a Palavra de Deus é confiável para sempre.
Ler a Bíblia é super importante para crescer espiritualmente e entender sobre salvação, Deus e nosso papel nisso tudo.
A Bíblia nos protege de fazer coisas erradas e nos ajuda a entender a salvação que Deus nos deu. É como uma bússola que nos guia para fazer o que Deus quer. Ela é vital para a vida da igreja, dando força à nossa fé e alimentando nossa vida espiritual. Estudar a Bíblia é uma maneira de conhecer mais sobre Cristo.)
1. Nome geralmente conhecido da Bíblia:
- "A pedra que os construtores rejeitaram, essa veio a ser a principal pedra, angular." (Mateus. 21 verso 42)
O nome geralmente conhecido da Bíblia é simbolicamente descrito como "a pedra que os construtores rejeitaram, que veio a ser a principal pedra, angular", conforme mencionado em S. Mat. 21:42.
Esse conceito destaca a importância fundamental das Escrituras Sagradas na construção espiritual e no alicerce da fé cristã.
Assim como uma pedra angular é essencial para a estabilidade de uma construção, a Bíblia é essencial para alicerçar a vida espiritual, sendo rejeitada pelos que não reconhecem sua importância. Este conceito ressalta a centralidade das Escrituras como guia e fundamento na jornada da fé.
O conceito apresentado destaca a importância fundamental das Escrituras Sagradas na construção espiritual e no alicerce da fé cristã. A Bíblia é essencial para alicerçar a vida espiritual, sendo rejeitada pelos que não reconhecem sua importância. Assim como uma pedra angular é essencial para a estabilidade de uma construção, as Escrituras Sagradas são essenciais para alicerçar a vida espiritual. Este conceito ressalta a centralidade das Escrituras como guia e fundamento na jornada da fé.
A leitura e o estudo das Escrituras Sagradas são essenciais para o crescimento espiritual e a compreensão dos mistérios da história da salvação, os mistérios de Deus e o lugar do homem neste horizonte de relação . A Palavra de Deus é sagrada e protege os corações atentos e fiéis a ela, de modo que não tropecem nas armadilhas do mundo e nos resquícios enganadores do pecado ¹. A Palavra de Deus é inspirada pelo próprio Deus e fala numa linguagem que possamos compreender ¹. Para comunicar-se com o homem, Deus foi se valendo dos dons que Ele mesmo concedeu à sua criatura de predileção: sensibilidade, inteligência, criatividade, memória, imaginação, de modos que pudessem ler e interpretar os acontecimentos, a partir da fé. Acontecimentos esses que nada mais são do que histórias pessoais e coletivas da salvação operada pelo próprio Deus ¹.
A Palavra de Deus é a bússola de conhecimento de Deus e guia para o homem buscar e cumprir a vontade de Deus. Ela dá sustento e vigor à vida da Igreja e é para os seus filhos a firmeza da fé, o alimento e a fonte de vida espiritual ². Em Cristo, encontramos o cerne, a razão e o sentido das Sagradas Escrituras, por isso estudar é conhecer a Cristo.
Outro título dado à revelação de Deus ao homem:
- "Toda Escritura é divinamente inspirada." II Tim. 3:16
O outro título dado à revelação de Deus ao homem, conforme expresso em II Tim. 3:16 na Versão Trinitária, é "Toda Escritura é divinamente inspirada." Este conceito destaca que a Bíblia não é meramente um registro humano, mas uma revelação divina que é permeada pela inspiração de Deus. Cada palavra, ensinamento e relato nas
Escrituras é imbuido da sabedoria e orientação divinas, tornando-a uma fonte sagrada e confiável para a compreensão da vontade de Deus e a instrução na fé. Este título ressalta a natureza única e autoritativa das Escrituras como a Palavra de Deus, moldada pelo próprio Deus para guiar e iluminar a jornada espiritual dos crentes.
3. **Como foram dadas as Escrituras:**
- "Porque nunca jamais qualquer profecia foi dada por vontade humana."
O conceito expresso na afirmação "Porque nunca jamais qualquer profecia foi dada por vontade humana" destaca a origem divina e sobrenatural das Escrituras.
Esse entendimento ressalta que as profecias e ensinamentos contidos na Bíblia não resultam de meras aspirações humanas ou desejos pessoais, mas são revelações inspiradas por Deus.
A frase sublinha a transcendência das Escrituras, apontando para a autenticidade e confiabilidade de sua origem divina. Ao afirmar que as profecias não são produtos da vontade humana, o conceito realça a natureza sobrenatural das Escrituras e reforça a ideia de que elas são uma comunicação divina para a orientação e edificação da humanidade.
4. **Por quem foram dirigidos os homens que falaram por Deus:**
- "Entretanto, homens falaram da parte de Deus movidos pelo Espírito Santo." (II S. Ped. 1:21)
O conceito expresso na afirmação "Entretanto, homens falaram da parte de Deus movidos pelo Espírito Santo" destaca a dinâmica da inspiração divina por trás das mensagens transmitidas pelos profetas.
Essa declaração enfatiza que os portadores das revelações divinas não agiram por impulso humano ou mera vontade própria, mas foram instrumentos direcionados e influenciados pelo Espírito Santo.
Isso ressalta a cooperação entre a humanidade e a divindade na transmissão das mensagens sagradas, destacando a importância do papel do Espírito Santo como o agente motivador por trás das palavras proferidas por esses mensageiros de Deus.
O conceito sublinha a autenticidade e a confiabilidade das mensagens bíblicas, atribuindo-as à orientação divina por meio do Espírito Santo.
5. **Caso específico mencionado por S. Pedro:**
- "Convinha que se cumprisse a Escritura que o Espírito Santo proferiu anteriormente por boca de Davi, acerca de Judas, que foi o guia daqueles que prenderam a Jesus." (Atos 1:16)
O conceito expresso neste caso específico mencionado por S. Pedro destaca a compreensão e aceitação do cumprimento das Escrituras na vida e nas ações dos indivíduos, neste caso, Judas. Pedro reconhece a relevância das profecias do Antigo Testamento ao relacionar a traição de Judas àquilo que foi previsto por Davi sob a orientação do Espírito Santo. Essa situação específica ilustra como os eventos da vida de Jesus não foram acidentais, mas parte de um plano divino preconcebido e revelado nas Escrituras. O conceito ressalta a harmonia entre os eventos históricos e as profecias bíblicas, demonstrando a continuidade e a autenticidade das Escrituras como guias que preveem o cumprimento dos desígnios divinos.
6. **Como Davi expressa a mesma verdade:**
- "O Espírito do Senhor fala por meu intermédio, e Sua palavra está na minha língua." (II Sam. 23:2)
O conceito expresso na declaração "O Espírito do Senhor fala por meu intermédio, e Sua palavra está na minha língua" feita por Davi destaca a inspiração divina na comunicação profética. Davi reconhece que suas palavras não são simplesmente expressões humanas, mas são veículos através dos quais o Espírito do Senhor se manifesta. Essa afirmação destaca a íntima conexão entre o homem e Deus no processo de comunicação divina, indicando que as palavras de Davi são permeadas pela presença ativa do Espírito Santo. O conceito ressalta a autenticidade das mensagens proféticas e a colaboração entre o homem e o divino na transmissão das verdades divinas, evidenciando a importância da inspiração espiritual na composição das Escrituras.
7. **Quem falou por intermédio desses homens:**
- "Havendo Deus, outrora, falado muitas vezes, e de muitas maneiras, aos pais, pelos profetas." (Heb. 1:1)
O conceito expresso na afirmação "Havendo Deus, outrora, falado muitas vezes, e de muitas maneiras, aos pais, pelos profetas" destaca que a comunicação divina ao longo da história ocorreu por meio dos profetas como instrumentos escolhidos por Deus. Essa declaração, encontrada em Hebreus 1:1, sublinha que Deus escolheu falar aos antigos pais por intermédio de mensageiros especiais, os profetas. O conceito ressalta a diversidade de métodos e ocasiões usados por Deus para comunicar Sua vontade, evidenciando a importância desses profetas como portadores da mensagem divina. Isso destaca a continuidade da revelação divina ao longo do tempo e a colaboração entre Deus e os profetas na transmissão das verdades espirituais contidas nas Escrituras.
8. **Com que propósito foram escritas as Escrituras Sagradas:**
- "Pois tudo quanto outrora foi escrito, para o nosso ensino foi escrito, a fim de que, pela paciência, e pela consolação das Escrituras, tenhamos esperança." (Rom. 15:4)
O conceito expresso na afirmação "Pois tudo quanto outrora foi escrito, para o nosso ensino foi escrito, a fim de que, pela paciência, e pela consolação das Escrituras, tenhamos esperança" destaca os propósitos fundamentais das Escrituras Sagradas. Essa passagem de Romanos 15:4 enfatiza que as Escrituras foram registradas não apenas como um relato histórico, mas com o objetivo específico de fornecer instrução valiosa para os crentes. O conceito destaca que as Escrituras são uma fonte rica de ensino, paciência e consolação, proporcionando orientação espiritual e nutrindo a esperança na vida cristã. Isso ressalta a relevância contínua das Escrituras como um guia prático e inspirador para os crentes, independentemente do contexto histórico ou cultural.
9. **Para que é proveitosa toda a Escritura:**
- "Toda Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção, para a educação na justiça." (I Tim. 3:16)
O conceito expresso na afirmação "Toda Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção, para a educação na justiça" destaca a utilidade abrangente das Escrituras para a vida e instrução dos crentes. Essa passagem de 1 Timóteo 3:16 sublinha que as Escrituras são uma fonte divinamente inspirada e, como tal, são valiosas para diversos aspectos da vida espiritual. O conceito ressalta que as Escrituras oferecem orientação para o ensino correto, repreensão quando necessário, correção para os desvios e uma educação na justiça, promovendo assim um viver justo e alinhado com os princípios divinos. Isso evidencia a abrangência e a aplicabilidade das Escrituras como um guia completo para a jornada espiritual.
10. **Desígnio de Deus em dar assim as Escrituras:**
- "A fim de que o homem de Deus seja perfeito e perfeitamente habilitado para toda boa obra." (II Tim. 3:17)
O conceito expresso na afirmação "A fim de que o homem de Deus seja perfeito e perfeitamente habilitado para toda boa obra" destaca o propósito final do dom divino das Escrituras.
Essa passagem de II Timóteo 3:17 ressalta que as Escrituras não foram dadas apenas como um conjunto de instruções, mas com a meta de aperfeiçoar e equipar o homem de Deus. O conceito enfatiza que as Escrituras têm o poder de moldar e capacitar os crentes, preparando-os de maneira abrangente para todas as boas obras que Deus tem preparado para eles. Isso sublinha a transformação que as Escrituras buscam realizar na vida daqueles que as buscam, capacitando-os a viverem de acordo com os propósitos divinos.
11. **Até que ponto estimava Jó as palavras de Deus:**
- "Do preceito de Seus lábios nunca me apartei; mais do que o meu alimento, prezei as palavras de Sua boca." (Jó 23:12)
O conceito expresso na afirmação "Do preceito de Seus lábios nunca me apartei; mais do que o meu alimento, prezei as palavras de Sua boca" destaca a profunda estima e devoção de Jó pelas palavras de Deus. Esta passagem de Jó 23:12 ilustra que Jó não apenas reconhecia a importância das palavras divinas, mas as valorizava mais do que as necessidades físicas básicas, como o alimento. O conceito ressalta a prioridade espiritual que Jó atribuía às palavras de Deus, indicando uma profunda reverência e comprometimento com a orientação divina. Isso destaca a disposição de Jó em manter uma conexão íntima com as palavras de Deus, buscando-as como fonte essencial de direção e significado em sua vida.
12. **Evidência da messianidade baseada por Jesus:**
- "E começando por Moisés, discorrendo por todos os profetas, expunha-lhes o que a Seu respeito constava em todas as Escrituras." (S. Luc. 24:27)
O conceito expresso na afirmação "E começando por Moisés, discorrendo por todos os profetas, expunha-lhes o que a Seu respeito constava em todas as Escrituras" destaca a abordagem de Jesus ao apresentar evidências da Sua messianidade. Esta passagem de Lucas 24:27 ilustra que Jesus, ao discutir as Escrituras, conectava profecias messiânicas desde Moisés até os profetas, demonstrando como todos os detalhes convergiam para apontar para Ele como o Messias prometido. O conceito ressalta a coesão e a consistência das Escrituras em testemunhar sobre a identidade e o papel messiânico de Jesus. Isso evidencia a importância de reconhecer as Escrituras como um testemunho unificado que aponta para a redenção providenciada por meio de Cristo.
13. **Três divisões gerais reconhecidas por Jesus no Velho Testamento:**
- "São estas as palavras que Eu vos falei, estando ainda convosco, que importava que se cumprisse tudo o que de Mim está escrito na Lei de Moisés, nos Profetas e nos Salmos." (S. Luc. 24:44)
O conceito expresso na afirmação "São estas as palavras que Eu vos falei, estando ainda convosco, que importava que se cumprisse tudo o que de Mim está escrito na Lei de Moisés, nos Profetas e nos Salmos" destaca a compreensão de Jesus sobre as três principais divisões ou categorias do Velho Testamento. Esta passagem de Lucas 24:44 revela que Jesus reconheceu a importância e a abrangência das Escrituras do Antigo Testamento, identificando-as em três partes distintas: a Lei de Moisés, os Profetas e os Salmos. O conceito ressalta a integralidade e a relevância dessas divisões na revelação e no cumprimento dos propósitos divinos, evidenciando como toda a Escritura testemunha a respeito de Cristo e Sua obra redentora.
14. **Coisa impossível ao caráter de Deus:**
- "Que o Deus que não pode mentir prometeu antes dos tempos eternos." (Tito 1:2)
O conceito expresso na afirmação "Que o Deus que não pode mentir prometeu antes dos tempos eternos" destaca a natureza imutável e confiável do caráter de Deus. Esta passagem de Tito 1:2 enfatiza que a veracidade divina é uma característica intrínseca de Deus, indicando que Ele é incapaz de mentir. O conceito ressalta a confiabilidade das promessas divinas, destacando que, devido à perfeição do caráter de Deus, Suas palavras e compromissos são infalíveis e eternamente seguros. Isso evidencia a base sólida da confiança que os crentes podem ter nas promessas de Deus, fundamentada na natureza imutável de Seu caráter.
15. **Como é Deus chamado em todas as Escrituras:**
- "Eis a Rocha! Suas obras são perfeitas, porque todos os Seus caminhos são juízo; Deus é fidelidade, e não há nEle injustiça: é justo e reto." (Deut. 32:4)
O conceito expresso na afirmação "Eis a Rocha! Suas obras são perfeitas, porque todos os Seus caminhos são juízo; Deus é fidelidade, e não há nEle injustiça: é justo e reto" destaca as características e a natureza de Deus conforme reveladas nas Escrituras. Esta passagem de Deuteronômio 32:4 apresenta Deus como a "Rocha", simbolizando Sua solidez, estabilidade e confiabilidade. O conceito ressalta a perfeição das obras de Deus, Seu julgamento justo e Sua fidelidade inabalável, enfatizando que não há injustiça Nele; Ele é intrinsecamente justo e reto. Isso evidencia a compreensão bíblica da natureza divina como fonte de confiança e segurança para aqueles que buscam orientação e refúgio em Deus.
16. **Caráter da Palavra de Deus:**
- "Santifica-os na verdade; a Tua palavra é a verdade." (S. João 17:17)
O conceito expresso na afirmação "Santifica-os na verdade; a Tua palavra é a verdade" destaca a natureza santificadora e verídica da Palavra de Deus. Esta passagem de João 17:17 revela que a Palavra de Deus não apenas contém verdade, mas é, em si mesma, a verdade. O conceito ressalta a importância da Palavra como um instrumento de santificação, transformação e conformidade à verdade divina. Isso destaca a centralidade da Palavra de Deus como um guia infalível para a compreensão da verdade espiritual e moral, além de evidenciar seu papel crucial na formação do caráter e na condução da vida cristã.
17. **Prova a ser aplicada a todo professo ensinador da verdade:**
- "À lei e ao testemunho! Se eles não falarem desta maneira, jamais verão a alva." (Isa. 8:20)
O conceito expresso na afirmação "À lei e ao testemunho! Se eles não falarem desta maneira, jamais verão a alva" destaca a importância da conformidade ao padrão estabelecido pela Lei e pelo testemunho divino. Esta passagem de Isaías 8:20 sugere que a fidelidade ao ensino consistente com as Escrituras é uma prova essencial para aqueles que se apresentam como professores da verdade. O conceito ressalta que a aderência à Lei e ao testemunho divino é crucial para a compreensão correta da verdade espiritual. Isso evidencia a necessidade de discernimento na avaliação dos ensinamentos, buscando alinhamento com as Escrituras como critério fundamental para reconhecer a autenticidade e a veracidade da mensagem ensinada.
18. **Desejo de Deus para Sua Palavra neste mundo:**
- "Pois magnificaste acima de tudo o Teu nome e a Tua palavra." (Sal. 138:2)
O conceito expresso na afirmação "Pois magnificaste acima de tudo o Teu nome e a Tua palavra" destaca a elevada estima e importância que Deus atribui à Sua própria Palavra. Esta passagem de Salmo 138:2 revela que Deus valoriza Sua Palavra de maneira extraordinária, elevando-a acima de tudo, inclusive do Seu próprio nome. O conceito ressalta a santidade e a supremacia das Escrituras como a revelação divina que merece reverência e prioridade em todas as áreas da vida. Isso destaca o desejo de Deus de que Sua Palavra seja tratada com a máxima consideração e respeito, reconhecendo-a como uma expressão crucial de Sua vontade e caráter.
19. **Até que ponto Deus engrandeceu Sua Palavra:**
- "Deus fez isso referendando Suas promessas com um juramento baseado sobre Si mesmo." (Heb. 6:13 e 14)
O conceito expresso na afirmação "Deus fez isso referendando Suas promessas com um juramento baseado sobre Si mesmo" destaca o extraordinário comprometimento de Deus em engrandecer Sua Palavra. Esta passagem de Hebreus 6:13 e 14 revela que Deus, para assegurar a solidez de Suas promessas, jurou por Si mesmo, enfatizando a confiabilidade e a seriedade de Suas declarações. O conceito ressalta a magnitude da garantia divina, destacando que Deus, ao comprometer-Se com um juramento próprio, demonstra a supremacia e a irrevogabilidade de Suas promessas. Isso evidencia o grau excepcional com que Deus valoriza e engrandece Sua Palavra, proporcionando uma base sólida para a confiança daqueles que confiam nas promessas divinas.
20. **Onde se acha a verdadeira poesia da vida:**
- "Seca-se a erva, e cai a sua flor, mas a palavra de nosso Deus permanece eternamente." (Isa. 40:8; S. Mat. 24:35)
**Por quanto tempo subsistirá a Palavra de Deus?**
- "Passará o céu e a terra, porém as Minhas palavras não passarão." (S. Mat. 24:35)
O conceito expresso nas afirmações "Seca-se a erva, e cai a sua flor, mas a palavra de nosso Deus permanece eternamente" (Isa. 40:8; S. Mat. 24:35) e "Passará o céu e a terra, porém as Minhas palavras não passarão" (S. Mat. 24:35) destaca a durabilidade e a perenidade da Palavra de Deus. Essas passagens enfatizam que, ao contrário da transitoriedade da vida terrena e da natureza efêmera das coisas materiais, a Palavra de Deus é eterna e imutável. O conceito ressalta que as promessas e os princípios contidos nas Escrituras transcenderão as limitações temporais, permanecendo válidos e relevantes para todas as gerações. Isso evidencia a base sólida e a confiabilidade duradoura da Palavra de Deus, que perdura além das mudanças e instabilidades do mundo..
